domingo, 30 de junho de 2013

ANDANDO EM UNIDADE

"Acaso andarão dois juntos, se não estiverem de acordo?" AMÓS 3:3

Como poderão dois chegar a algum lugar juntos, se um quer ir para a direita e outro para a esquerda? Imagine um corpo com seus membros e estes querendo ir para lugares diferentes? Coração para um lado, fígado para outro, rim para acolá... Certamente o corpo entraria em colapso, morreria. Agora imagine então um casal como um corpo. A unidade no casamento é, portanto, essencial, gera um casal forte que prevalece contra as intempéries da vida.
A unidade é tão importante que Deus quis tanto nos ver unidos a Ele que para isso deu seu Filho para acabar com essa separação. Esse era e continua sendo o único meio de nos unir a Deus: por intermédio de Jesus. A unidade entre o Criador e suas criaturas outrora quebrada  pode agora ser estabelecida. Aleluia!
Ainda, pense bem: se você e seu cônjuge são UM perante Deus e não mais dois, como andarão em dissonância? Como caminharão juntos estando em desacordo? Deus não age em um ambiente de desarmonia e discordância.
E mais: em outra perspectiva, você e seu cônjuge, são duas pessoas. Se assim são, reunidos em nome de Jesus formam uma Igreja, pois aí Ele se faz presente! Aleluia!
“Ainda vos digo mais: Se dois de vós na terra concordarem acerca de qualquer coisa que pedirem, isso lhes será feito por meu Pai, que está nos céus. Pois onde se acham dois ou três reunidos em meu nome, aí estou eu no meio deles”.  (Mateus 18.19,20)
A unidade remove limites. Quando o casal se torna um e fala uma só língua (sem discordância) eles removem os limites diante de si! Deus pode agir livremente num ambiente destes, mas basta perder a capacidade de falar a mesma língua que tudo se perde! No reino de Deus, quando dois se unem, o efeito não é de soma, mas de multiplicação. Moisés cantou acerca do exército de Israel: um deles faria fugir a mil de seus inimigos, mas dois deles faria fugir dez mil! (Deuteronômio 32.30).

Então,  ANDE  EM UNIDADE COM SEU CÔNJUGE, ANDE EM AMOR!
QUE O DEUS  OS ABENÇOE!

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sábado, 29 de junho de 2013

Seu lar é abençoado por Deus?

A essência de Deus é o amor. Ele nos criou a sua imagem e semelhança para amarmos e sermos amados. A nossa prioridade máxima deveria ser sempre amar a Deus sobre todas as coisas e ao nosso próximo como a nós mesmos (Mt 22:37-39). Se isso fosse uma realidade em todas as famílias da face da terra, jamais veríamos atrocidades sendo cometidas contra crianças, contra idosos, contra pais, contra filhos, contra mulheres…

A família, que é a base da sociedade, está sendo dilacerada pela falta de temor a Deus, e isso ocorre em todas as classes sociais, credos e raças existentes no planeta. O “temor a Deus” é o princípio da sabedoria (Pv 1.7; 9.10). Temer e amá-lo são atitudes complementares e não contrárias (Dt 10.12). O temor nesse sentido Bíblico significa reverência ou profundo respeito e não pavor. Rejeitar esse profundo respeito, que inspira obediência, é preferir escolher o próprio caminho (Pv 1.30-31) e desviar-se do caminho de Deus (Is 55.8)

Infelizmente, até mesmo no seio da igreja cristã temos visto, cada vez com mais frequência, casais abrindo mão da aliança firmada diante de Deus por terem sido influenciados pela inversão de valores de um mundo corrompido. Vemos famílias cristãs que vão se adaptando e se conformando com os pensamentos deste mundo ao invés de serem “pessoas novas e diferentes, mostrando uma sadia renovação em tudo que fazem e pensam” (Rm 12.2), através da Palavra da Verdade.

Fomos planejados para ter intimidade social e emocional com aqueles que estão ao nosso redor, mas nossos desejos estão contaminados pela inclinação egoísta de querermos ser o centro de tudo. (Kerry & Chris Shook)

Famílias estão sendo destruídas pela falta de amor, pelo egocentrismo, pelo egoísmo… A sabedoria deste mundo, que é contrária a de Deus, é impregnada de inveja e sentimento faccioso, a sabedoria deste mundo ensina as pessoas a lutarem por seus direitos e ideais mesmo que para isso acabem pisando sobre os outros, inclusive seus próprios familiares. “Quem é amigo do mundo constitui-se inimigo de Deus” (Tg 4.4), “porque a sabedoria que vem de Deus é pura, pacífica, amável, cheia de misericórdia e de bons frutos, imparcial e sincera” (Tg 3.17).

Precisamos amar como Deus nos ama… “Deus prova seu amor para conosco pelo fato de Cristo ter morrido por nós enquanto ainda éramos pecadores “(Rm 5.8). Precisamos praticar o amor verdadeiro, “O amor é muito paciente e bondoso, nunca é invejoso ou ciumento, nunca é presunçoso nem orgulhoso, nunca é arrogante, nem egoísta, nem tampouco rude. O amor não exige que se faça o que ele quer. Não é irritadiço, nem melindroso. Não guarda rancor e dificilmente notará o mal que outros lhe fazem. Nunca estará satisfeito com a injustiça, mas se alegra quando a verdade triunfa. Se você amar alguém, será leal para com ele, custe o que custar. Sempre acreditará nele, sempre esperará o melhor dele, e sempre se manterá em sua defesa”. (I Co 13.4-7). O amor verdadeiro não é “que seja eterno enquanto dure” e não dura somente “enquanto as finanças estiverem sob controle”, mas independentemente das circunstâncias o amor verdadeiro sempre permanece firme.

Um lar abençoado por Deus é um lugar onde indivíduos aprendem diariamente as “linguagens do amor”. Gary Chapman, um especialista em aconselhamento conjugal, após 30 anos de experiência chegou à conclusão de que existem cinco linguagens do amor – cinco maneiras pelas quais as pessoas entendem o amor emocional. São elas: palavras de afirmação, tempo de qualidade, presentes, atos de serviço e toque físico. Em seu livro “A essência das cinco linguagens do amor” ele diz o seguinte: Se você conseguir identificar e aprender a falar a linguagem primordial do amor de seu cônjuge, creio que terá descoberto a chave para um casamento duradouro e cheio de afeto. O amor não precisa desaparecer depois do casamento, para mantê-lo vivo, porém, muitos de nós terão de se esforçar para aprender uma segunda linguagem do amor. No âmago da existência humana se encontra o desejo de ser íntimo e amado pelo outro. O casamento se destina a atender a essa necessidade de intimidade e de amor. É por essa razão que os antigos textos bíblicos falam sobre o marido e a esposa se tornando “uma só carne”. Isso não implica a perda da própria identidade; significa entrar na vida um do outro de uma maneira íntima e profunda. E, consequentemente, um lar onde pais aprendem e praticam as linguagens do amor, afeta radicalmente o comportamento das crianças que crescerão seguras emocionalmente e capazes de construir seus próprios lares dentro de um contexto saudável de relacionamentos.

O amor verdadeiro é sem hipocrisia e considera a necessidade do outro mais importante que a sua (Rm 12.9-10).

Quem ama o próximo tem cumprido a lei de Deus, pois os mandamentos se resumem nisso: “Amarás o teu próximo como a ti mesmo. O amor não pratica o mal contra o próximo, portanto o cumprimento da lei é o amor” (Rm 13.8-10, Gl 5.14).

Um lar abençoado por Deus segue o exemplo de Jesus Cristo que nos amou tanto a ponto de se entregar por nós a fim de tirar os nossos pecados. E Deus se agradou do sacrifício, que para ele chegou como aroma suave (Ef 5.1-2).

“Nisso conhecemos o amor: que Cristo deu a sua vida por nós; e devemos dar a vida pelos irmãos” (I Jo 3.16).

Um lar abençoado por Deus é um lugar onde o amor sempre transborda… Transborda e triunfa!

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sexta-feira, 28 de junho de 2013

Casado não é o que bem vive

Você, certamente, algum dia, já ouviu a famosa frase “casado é aquele que bem vive”. Pois bem, segundo o preceito popular, viver bem é se respeitar, ter boa comunhão, independentemente de serem casados ou não.

Viver junto (ou, para outros, viver maritalmente), sem o crivo do casamento Civil ou religioso, testemunhado por DEUS e pelos homens, não é casamento, mas estado de amásia, fornicação. Duas pessoas até podem viver bem sem serem casadas, viverem felizes, mas sem o casamento, nunca receberão o Espírito Santo.

Embora o Código Civil Brasileiro estabeleça direitos para quem, intencionalmente, vive junto, mesmo sem serem casados, isso para DEUS é pecado, relação sexual ilícita. Outro detalhe: viver junto com uma pessoa, que já foi casada no Civil e está divorciada do seu cônjuge, traz aí uma impossibilidade de ajuste da situação aos olhos de DEUS. Uma pessoa divorciada está ligada, pela lei do casamento, todo o tempo em que o seu primeiro cônjuge viver. Quem se junta sexualmente com uma pessoa divorciada já está prática do adultério, embora os primeiros cônjuges não estejam mais juntos, independentemente do tempo, se estejam com a situação regularizada perante os homens ou se não querem mais reatar a relação.

O primeiro casamento é visto por DEUS como algo sagrado, que foi testemunhado por ELE, e que só a morte de um dos cônjuges pode desfazê-lo.

Alguns, para justificar a união ilícita, usam o fato de, no Antigo Testamento, nas passagens mais antigas, o casamento não ser realizado em cartórios, ou no fato de a primeira união no Éden não ter sido testemunhada por nenhuma autoridade espiritual humana ou civil. À medida que as sociedades foram se formando e as autoridades sendo constituídas, o casamento passou a ser regulamentado pelas instituições civis e religiosas, exatamente para proteger as pessoas de possíveis prostituições. Infelizmente, o povo no Antigo Testamento foi extremamente rebelde, desobediente, viveu um padrão muito distante do que DEUS queria para as famílias, e, por essa razão, pagaram um alto preço. Quem quiser ter um casamento inspirado nos exemplos do Antigo Testamento correrá o risco de fracassar (com raras exceções).

Da mesma maneira que viver maritalmente é pecado, manter relação sexual antes do casamento também é. Ou seja, entregar o seu corpo para o prazer sexual fora do casamento (seja na fornicação ou no adultério) é uma forma de se  prostituir com um corpo de um pessoa, cuja relação não foi liberada, abençoada por DEUS. As tragédias familiares são cada vez maiores exatamente pelo crescimento do pecado sexual, especialmente, adquiridos antes do casamento. O que tenho observado como conselheiro é que todos os casais que se casaram em primeiro casamento, e conheceram o corpo um do outro antes do casamento (e não se arrependeram disso), levaram grande maldição para o casamento. Consequentemente, sofrem com a maldição da separação e do divórcio.

Fornicar é assinar antecipadamente um atestado de separação. Não digo com isso que casais que não experimentaram o pecado da fornicação estejam imunes à separação. Há outros problemas que podem acarretar uma separação: adultério, insubmissão das esposas, problemas financeiros, não cortar o vínculo com a família de origem etc.

E um último aviso: DEUS não considera declaração de União Estável como casamento, visto que ela não atende a forma jurídica de um casamento civil.

Até quando os cristãos irão compreender a importância da santidade do nosso corpo para o SENHOR? Quanto tempo mais levarão para despertarem para essa realidade e para o perigo que correm por não obedecerem ao SENHOR? Afinal um corpo sujo, contaminado pelo pecado, jamais pode ser templo do Espírito Santo. E sem DEUS não há salvação, vida eterna.

Quando duas pessoas, que vivem maritalmente, me procuram para aconselhamento, a primeira advertência que faço é para que se arrependam e deixem de ter relação sexual. Parando o sexo ilícito, abre-se uma grande possibilidade de conserto, de casamento, se ambos nunca tiverem se casado antes. Se um deles for divorciado, essa possibilidade é nula.

Afinal, do que adiantará viver muito bem nessa vida, curtindo o melhor dessa terra, a plenitude da felicidade pessoal, e, no futuro, ir ao inferno, porque não atentou à Palavra de DEUS? É preferível um deserto pessoal aqui neste mundo, uma vida de renúncia e santidade com sofrimento, e, ao final, a herança da glória de DEUS, do que viver sorrindo agora e, adiante, a alma ser encaminhada ao tormento eterno.

Em qualquer casamento, há dias de sossego, de paz, como há dias de tempestades e tribulações. Todo casal deve compreender os dias maus sem suas vidas como uma maneira que DEUS usa para aperfeiçoá-lo, fazê-lo melhor. O mais importante é nunca deixar de buscar a face do SENHOR, conhecer a Sua Palavra e somente a Ela se submeter, pois não existe Graça sem obediência e renúncia.

FERNANDO CÉSAR

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quinta-feira, 27 de junho de 2013

Meu marido é grosso quando fala comigo. O que fazer?

Muitas mulheres reclamam bastante que os homens são grossos, não sabem conversar e até usam o termo ‘estúpido’. Eles podem não ser tudo isso, mas com certeza não são ‘melosos’ ou falam como o padrão feminino gostaria. Você pode dar um jeitinho nisso? Talvez, depende de alguns fatores e de que tipo de marido você tem em casa.

Homens são objetivos, e por isso perdem a paciência

As vezes os homens são grossos sim, mas há um motivo: eles são objetivos. Homens são diretos e odeiam rodeios e todas as lágrimas colocadas na conversa por uma mulher para conter que uma torneira quebrou ou uma lâmpada causou um circuito em sua casa. Quando a mulher começa a chorar, lamentar e não foca no problema, eles perdem mesmo a paciência e até gritos podem surgir ou uma voz ranzinza na conversa.

Mulheres sonham com homens que coloquem a expressão “meu amor” como começo de frase. Já os homens sonham com mulheres diretas na conversa. Quando elas não são, eles perdem mesmo a paciência e acabam sendo grossos na busca por uma solução. Não é por mal, faz parte apenas da identidade masculina.


Ofereça uma rosa ao invés de farpas

Quando ele for grosso com você, dê-lhe carinho  e um tom de amor em sua voz e não palavras grossas. Quando você faz isso acaba por desarmar o seu marido: ele não vai conseguir te tratar com palavras estúpidas a menos que você o trate de forma igual. Dê sempre delicadeza e com o tempo ele vai aprender que não é com estupidez que as coisas funcionam.

Converse com ele sobre como você se sente

Para alguns homens uma conversa não funciona, mas para a grande maioria é sempre uma boa pedida conversar e contar como você se sente. Diga o quanto fica magoado com a forma que ele fala com você, como ele te trata e quem sabe ele não muda? Não custa tentar. Caso isso te incomode muito, talvez seja bacana uma terapia de casal.

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quarta-feira, 26 de junho de 2013

Minha Sogra Quer Mandar Na Minha Casa. O Que Fazer?

Infelizmente ter uma relação com sua sogra pode ser a coisa mais difícil do mundo. Há sogras que são verdadeiras sábias da vida: respeitam o espaço do outro, não se intrometem na relação dos filhos e ainda ajudam no que precisar. Há outras, contudo, que agem como se fossem parte do núcleo familiar, e é ai que mora o problema. O que fazer em tais casos?


Minha sogra quer influenciar nas decisões importantes da casa

Ela é sua sogra, é uma pessoa mais velha e exige respeito mas não é a senhora do lar. O seu núcleo familiar se resume a você, seu marido ou esposa e seus filhos e ninguém mais. Ela pode ajudar eventualmente mas não deve ter poder de veto quando se fala em decisões como uma grande compra, orçamento da casa e como você gere o seu lar. Isso cabe a você e seu esposo(a).

O melhor a fazer é, antes de partir para conversar com a sogra, conversar com o filho. Ele deve ser informado sobre o seu desagrado e pode se sentir magoado quanto à sua posição. Explique que, se fosse o inverso, talvez o companheiro não gostasse.

Minha sogra quer me ensinar a educar meus filhos

Com certeza ela é mais experiente na criação de crianças mas, isso é obrigação sua e não dela. Se ela se sente com o poder de educar seus filhos e passar por cima de suas ordens, talvez seja hora de tomar medidas mais drásticas sobre o assunto. Duas formas de educar pode confundir bastante os pequenos e eles vão pender a obedecer quem para eles é mais agradável. Se a sogra permite doces mas a mãe não, lógico que o filho vai querer ir pela sogra e isso vai causar grandes confusões na educação das crianças.

Faça um trato com sua sogra: ela pode mimar mas, as decisões quem toma são vocês. Ela jamais pode contestar uma ordem ou um castigo e assim a educação será uniforme e sua sogra pode até ajudar com as crianças a mantê-las na linha.


Minha sogra adora criticar as minhas decisões

As pessoas mais velhas, e isso não é um mal apenas das sogras, tendem a achar que tudo o que é diferente do que elas curtem está errado. É normal, o melhor mesmo é não se incomodar ou criar atrito. Caso te incomode bastante, converse com seu esposo ou esposa sobre a situação e peça apenas para que ela critique menos, mas mantenha  simpatia sempre. Não vale a pena um atrito na família por uma briga com terceiros.

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terça-feira, 25 de junho de 2013

Maus hábitos no casamento que podem ser evitados

Viver em casal pode ser um problema quando ambos não colaboram. O casamento, a vivência mais intima que um casal pode ter, é uma forma de intimidade compartilhada complexa, em que com a falta de colaboração pode ruim em relações mais novas ou mais antigas. Quanto mais os envolvidos colaborarem para uma relação estável, melhor.


Não se animar com as novidades do companheiro

Já pensou no quanto é triste você chegar todo animado em casa com novidades e acabar por encontrar um marido desanimado, que não está muito afim de papo ou que não se importa muito se você aumentou o salário ou perdeu o emprego? Desanimador, não é mesmo? Logo, não faça o mesmo. Seja o fã do seu companheiro. Seja o primeiro a se animar com uma notícia, por menor que ela seja.

Obrigar o outro a tomar conta da casa

Todo mundo quer um marido ou esposa colaboradora em casa, mas nem sempre isso é possível. Obrigar é o maior erro, pois as atividades vão ser feitas de má vontade ou sem o apreço necessário, ou  causará brigas e o caus na relação. Converse sobre o assunto se ele ou ela não possui apreço pelas atividades domésticas e explique a necessidade de alguém colaborando com a arrumação.

Não dividir as contas

Uma hora um dos membros do casal irá se sentir sobrecarregado por pagar tudo sozinho. Pense nisso e resolva dividir as responsabilidades entre as partes. Um pode pagar a conta de luz e o outro a de água.

Não conversar sobre grandes decisões

Não tem nada mais chato que um parceiro que toma todas as decisões por você e compra tudo, e você ainda tem que pagar por isso. Você começa a se sentir parte de algo que não é seu, como se fosse uma terceira pessoa em sua relação. A solução? Sempre que for mudar a rota do seu relacionamento ou tomar uma grande decisão, converse sobre o assunto com seu companheiro.

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segunda-feira, 24 de junho de 2013

Como salvar um casamento em crise

O casamento é um dos passos mais altos que se pode dar em um relacionamento. O casal se compromete a viver junto por anos e ser feliz um ao lado do outro. Mas as vezes por desavenças do destino as coisas não caminham muito bem e o casal acaba enfrentando uma série crise na relação, que pode ser passageira ou não. Algumas dicas podem ajudar aos casais em crise a andar em harmonia.

Diga o que lhe desagrada no casamento

Apenas brigar e gritar quando está com raiva não ajuda a trazer de volta o amor perdido ou evitar o conflito. Se algo desagrada a uma das partes, por que não conversar? Vocês podem marcar uma conversa em um lugar neutro como um restaurante e trocar ideias sobre o que desagrada um ao outro. É importante na conversa não apenas falar, mas ouvir também, e assim tentar encontrar uma solução para os problemas da relação.

Tente diminuir as brigas

Um dos principais motivos para crises em casamento são brigas constantes, causadas por motivos diversos. Acabar com as brigas em um casamento em crise pode ser bem difícil para ambas as partes, mas é possível evitar o conflito tentando sempre conversar, sempre tentando não gritar e sim falar sobre uma reclamação ou ainda tente relevar o motivo da briga.

Passe mais tempo fora de casa

Uma dica para evitar conflitos e também provocar a saudade no companheiro é passar mais tempo fora de casa. Você pode começar a fazer outras atividades como dançar, academia, uma caminhada ou mesmo sair com os amigos. Uma ausência física com certeza vai provocar o outro e de quebra ainda evita mais brigas porque vocês estão passando menos tempo juntos.

Procure fazer mais atividades românticas

Se casaram é porque existe sentimento e ambos se gostam. Pense nisso e tente se colocar em situações mais românticas como um jantar a dois, dispensar os filhos para assistirem a um filme ou mesmo dormir mais cedo e colocar roupas românticas. O amor sempre une os casais, mesmo os em crise.

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domingo, 23 de junho de 2013

O lado ruim do casamento

Alguém já disse que o casamento “não é um mar de flores”. E não é mesmo.

Se há uma instituição impregnada de problemas, essa é o casamento.

Em um casamento, casais discutem,  desentendem-se, brigam, outros até brigam em excesso, ficam de mal feito criança, dormem em camas separadas, falam mal um do outro às outras pessoas, traem-se…

No casamento tem de tudo: problemas financeiros, opiniões divergentes, esfriamento sexual, intromissão no dever do outro, dos familiares, amigos… Todo mundo sente-se no direito de meter a mãozinha…

Na vida de casados, um magoa profundamente o outro.

Algumas vezes até se separam, dizem não aguentar mais o outro.

O casamento se transforma em um ringue, onde, de casais apaixonados tornam-se opositores, inimigos, adversários.

Ele é bem diferente da fase de conquistas, do namoro, do noivado.

Com tanta coisa ruim, parece que não há esperanças.

Não há pobre nem rico. Não há mundano ou cristão. Não há acepção de nível social e não importa se foi apenas no Civil ou no religioso. O casamento existe para ser ressuscitado, restaurado, amado, posto no altar de nossas ambições pessoais e refletido.

Precisamos entender que não foi religião alguma que criou o casamento, nem homem algum.

O casamento foi inventado, criado, desenhado, arquitetado, projetado e finalmente executado por DEUS.

DEUS não é um homem que se zomba, que se escarnece, que falha nas palavras. E o casamento não é uma mercadoria com nota fiscal de troca nem uma roupa, quando desgastada, joga-se fora e troca-se por outra.

Casamento, apesar de todos os problemas, está aí como testemunha se cumprimos ou não uma das grandes vontades e realizações do PAI.

É bom, a partir de hoje, você procurar onde está o seu casamento, o seu real e verdadeiro casamento para DEUS, enquanto há tempo. ELE irá também te cobrar disso.

Procure e veja se você não o deixou esquecido em uma caixa mofada e empoeirada pelo tempo. Enquanto você estiver vivo, há esperança de ressuscitar o que antes havia perdido ou morto. Quem foi a sua primeira esposa? E quem foi o seu primeiro marido? Onde ele ou ela está? Na China? No Japão? Esquecido em alguma choça africana por aí? Ou está enrolado no pecado do adultério com algum outro corpo que não lhe pertence, que o tempo ameniza, mas DEUS não se esquece?

Quem foi que disse que você estava certo ao tomar essa decisão? Foi DEUS? Não, não foi. Foi algum homem usando o nome de DEUS indevidamente…

Você jamais conseguirá viver na presença de DEUS, se não procurar resgatar o seu casamento, o presente que DEUS te deu e que você não soube valorizar.

Pense um pouco…

DEUS cobrará duramente pelas suas escolhas. O dia é hoje; o tempo é agora. Basta você orar e dizer a DEUS dessa sua vontade de obedecê-LO, de querer o seu casamento de volta… Diga que você já se arrependeu e que é melhor viver um casamento correto, cheio de problemas e dificuldades, do que um relacionamento errado, impregnado de prazer carnal e felicidade momentânea…

FERNANDO CÉSAR

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sábado, 22 de junho de 2013

O que Deus não pode fazer

“Pois para Deus nada é impossível” (Lucas 1:37).

Aprendemos, cremos, assimilamos que DEUS é infinitamente poderoso para realizar qualquer obra nesta terra. Cremos dessa maneira porque a própria Bíblia afirma que “nada é impossível para Deus” (Lucas 1:37).

Aprendemos e cremos que DEUS cura cegos, aleijados, surdos, mudos, que ELE coloca abaixo qualquer tipo de enfermidade e expulsa todo e qualquer demônio. Cremos que DEUS abre e fecha portas de emprego e que tudo o que o SENHOR faz, o faz para o louvor do Seu Soberano Nome. DEUS não faz nada para o Nome DELE não ser exaltado e glorificado.

A nossa vida é o maior testemunho do poder de DEUS.

Quem, no passado, acreditaria que hoje seríamos servos do SENHOR JESUS? Muitas foram as pessoas que olharam para nós e disseram que não haveria jeito para as nossas vidas, porque elas só olhavam para os nossos pecados. Mesmo sem querermos, JESUS nos salvou, nos deu nova vida com ELE, nos fez herdeiros da glória de DEUS.

Até hoje ouvimos nos púlpitos pastores pregarem sobre a ação poderosa e infalível de DEUS. Eles convidam pessoas a conhecerem o DEUS dos impossíveis.

Mas quando o assunto é restauração familiar, restauração da vida do cônjuge opresso, parece que a opinião de muitos pastores acerca do poder de DEUS muda completamente. “Se ele (o cônjuge) não quiser, Deus nada poderá fazer”. Quando ouço essa afirmação de algum pastor, a primeira coisa que sugiro é que ele pare de pregar, de anunciar a Palavra de salvação, pois, do jeito que DEUS não pode libertar a vida de um cônjuge opresso, não pode restituir uma família que ELE uniu e testemunhou, então não poderá libertar nem salvar a vida de mais ninguém. Aliás, a nossa salvação espiritual foi um grande engano.

Pois é, para muitos pastores há uma coisa que nosso DEUS não pode fazer: salvar a vida do teu cônjuge e restaurar a tua família. Parece muito para DEUS salvar a vida de um miserável, cativo pelos demônios, aprisionado por satanás, apaixonado pelo pecado, coração duro, alimentando-se com os porcos espirituais, adulterando talvez com várias mulheres (ou vários homens)… Coitado (a)! Talvez DEUS não esteja mesmo interessado numa vida tão podre assim… DEUS é Juiz para levar o repudiado ao Céu e para condenar ao fogo eterno, sem chance alguma de perdão, o cônjuge que tomou a iniciativa de repudiar? Esse não é certamente o DEUS das Sagradas Escrituras… Parece até que estou diante das autoridades judaicas do tempo de JESUS, que não criam que ELE era capaz de realizar nada, nem mesmo que era o Messias esperado, o Filho do DEUS vivo. É mais fácil e mais cômodo aconselhar à pessoa repudiada que ela deve buscar a felicidade, que DEUS tem outro homem (ou mulher) para a vida dela. É infinitamente mais cômodo, afinal, é menos trabalho e aborrecimento para a vida tão estressada desse pobre pastor…

Quanta hipocrisia e incoerência ouvimos de muitos pastores!!

Parece até que a liberdade humana que DEUS deu ao homem se tornou maior que o próprio DEUS, maior que os propósitos do PAI, especialmente na área de restauração familiar.

Ora, quase cem por cento dos casos de destituição familiar se dão devido ao adultério de uma das partes. Se vivêssemos em um tempo em que DEUS não aceitasse o perdão de um(a) adúltero(a) e sua volta para casa, todos os adúlteros deveriam ser julgados segundo a impiedade da lei judaica, deveriam mesmo ser apedrejados. Só no Brasil a quantidade de cemitérios deveria ser quadruplicada, pois não haveria lugar para tantos defuntos, visto que o próprio JESUS disse que se torna adúltero quem apenas olhar com intenção impura para outra pessoa que não seja o cônjuge. Aliás, outro dia encontrei, em frente a uma agência bancária em Olinda, um amigo pastor, que não via há muito tempo. Conversa vai, conversa vem, ele me pergunta se eu não olho para nenhuma mulher com intenção impura, desejando-a sexualmente. Sem mentira nem hipocrisia alguma e com voz firme, eu respondi que não. Então ele me retrucou ironicamente: “então você é o próprio JESUS em nossos dias”. Respondi que, para justificar a minha condição humana e limitada, não preciso sair por aí desejando a mulher do outro, como um cão no cio, sem domínio próprio algum. Eu apenas procuro desviar a minha mente para aquilo que minha carne mais deseja, especialmente nessa área. E concluí: hoje, sou homem de apenas uma mulher, a minha esposa.

Qualquer homem ou mulher pode atingir esse nível de espiritualidade, que agrade ao SENHOR. Basta perseverar, ter um coração sincero como Davi, que, de adúltero mais famoso da história, tornou-se o homem com o coração segundo o coração de DEUS.

Quando essas lideranças, verdadeiramente, enxergarem a família com o bem mais precioso do SENHOR, então teremos menos problema de separação e divórcio no meio da igreja. Quando elas decidirem pagar o preço, em oração e aconselhamento, pela vida do casal, para o benefício do Reino de DEUS, os milagres de DEUS vão acontecer entre nós, como têm acontecido em nosso Ministério. Quando elas deixarem a heresia de lado, querendo justificar a validade do divórcio para DEUS, usando o versículo isolado de Mateus 19:9, os que forem de DEUS vão ficar de joelhos, glorificando, orando pela vida dos maridos e esposas opressas. O texto escrito em Mateus 19:9 jamais poderá contradizer todos os outros textos sobre casamento, onde JESUS abomina o repúdio e diz que segundo casamento de divorciado é adultério, independentemente se esta união foi contraída no tempo da ignorância.

Os líderes estão com receio de perder ovelhas, que não estão nem um pouco interessadas em seguir a JESUS. Querem ser bonzinhos demais e terminam sendo pastores de bodes, de lobos, ou coisa parecida. Menos de ovelhas do SENHOR JESUS. São cegos que estão guiando uma infinidade de outros ao abismo. No Grande DIA vão se surpreender. Escrevo, não em mim mesmo, mas pela autoridade que o Espírito Santo me concedeu na área de família e restauração familiar.

Os repudiados não estão precisando de pessoas que alisem as suas cabeças, não; muito menos de terapeutas, psicólogos renomados etc. Eles precisam, sim, da Palavra de DEUS, do temor a essa Palavra, de uma injeção de esperança na alma, de pessoas que paguem o preço da oração e da restauração com eles. Os repudiados querem que as lideranças os apresentem um DEUS ilimitado, que tudo pode, o Criador de todas as coisas. Não, um DEUS que faz 90% de milagres, mas o milagre da libertação de um cônjuge, a restauração de uma família, que ELE mesmo abençoou, isso DEUS não pode fazer. O problema é que a fé e a visão desses homens são muito limitadas. Eles pensam que um repudiado vai passar a vida inteira em solidão profunda, que DEUS não vai operar o milagre da restauração. Olham para o tempo humano e concluem: “não, não é isso que DEUS quer para você…”

Amados, o tempo é do SENHOR. Nada nem ninguém poderão alterar os ponteiros do relógio de DEUS. Se uma pessoa passar um mês no deserto, DEUS suprirá todas as necessidades dela nesse tempo. Se ela passar um ano, dez anos, DEUS fará o mesmo. Esses homens precisam confiar mais em DEUS, confiar totalmente no agir sobrenatural do PAI.

Igreja do SENHOR JESUS, posicione-se! Centre-se em uma só fé e em uma só esperança. DEUS nunca mudou nem nunca mudará. Não estamos aqui em vão. A cada dia, um propósito do SENHOR se cumpre em nossas vidas, ainda que não vejamos. Guarde essa palavra em seu coração:”O que faço, tu não o sabes agora; mas depois o entenderás” (João 13:7).

Para finalizar, se tivéssemos a certeza de que DEUS não teria interesse em restituir aquilo que satanás destruiu, nem deveríamos mais orar pelo cônjuge. O Único que poderia dar jeito, infelizmente, não tem poder de realizar esse milagre específico ou não esteja mesmo interessado mais nas famílias. Afinal, restaurar famílias dá um trabalho imenso para o SENHOR…

Arrumemos então as nossas malas, conversemos com satanás e perguntemos a ele o endereço do inferno, pois daqui a pouco, frustrado na fé no DEUS a quem eu servia e acreditava ser Todo Poderoso, seguirei em destino ao reino das trevas.

O DEUS, que cura, que liberta, que muda o coração em trevas, preso ao pecado, e traz à verdadeira Luz, agora já não tem mais poder suficiente para libertar, salvar e restaurar a vida do seu marido ou da sua esposa. Por que será, hein?

Essa é uma das maiores heresias que ouço nas igrejas. Ninguém prega nem se preocupa com restauração de casamentos. Para muitas doutrinas humanas, um casamento que passa pelo vale da separação e do divórcio não representa mais família para DEUS. É como se DEUS olhasse de cima, sorrisse e nos dissesse: “é, realmente não tem mais jeito, está tudo destruído. Isso aí é demasiadamente difícil para mim”.

Claro que devemos cuidar daqueles que ainda estão casados (vivendo juntos), ensinando-os a alicerçarem o matrimônio na Palavra de DEUS, evitando separações e divórcios futuros. Mas não devemos nos esquecer também dos que já estão separados ou divorciados, e que se casaram legitimamente aos olhos do PAI. Pois essas pessoas, para DEUS, continuam casadas até que o cônjuge vivo esteja. Eu só digo a uma pessoa “pare de lutar! Desista desse propósito!” quando sei que o outro morreu. A morte, sim, é um aviso de DEUS do fim da aliança matrimonial. Mas enquanto ele (ou ela) estiver respirando, ore! Creia! É um aviso de DEUS de que ELE está trabalhando em tua causa, em favor da tua família, e que, muito em breve, ela será de todo restaurada; pois igreja, sem família, simplesmente inexiste. Que o SENHOR nos abençoe!

FERNANDO CÉSAR

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sexta-feira, 21 de junho de 2013

Uma mulher que se esqueceu…

Todos nós adoramos quando somos convidados para um casamento, escutamos com emoção os votos matrimoniais do jovem casal que estão se comprometendo diante de Deus e dos homens em formar uma nova família.  Troca de votos, estarem junto nos momentos bons e ruins, na riqueza e pobreza, na saúde e na doença, em outras palavras, “até que a morte nos separe”.

Que lindas são essas promessas! Que romântico! Como bem sabemos que o amor é tudo o que permanece no tempo!

É bom ver casais jovens e velhos, caminhando de mãos dadas, curtindo a companhia do outro, conversando, sorrindo, talvez recordando das histórias do passado ou as travessuras dos netos. Mas cada vez menos temos visto esta cena… talvez não seja porque eles se tornaram viúvos (as), mas que se “esqueceram” das promessas que fizeram anos atrás.

Muitas vezes, o desemprego, um mal negócio, afunda em miséria a casa, ou a doença acabou destruindo a saúde e transformando, o jovem bom e bonito, em um ser dolorido que não pode defender-se a si mesmo,e diante da necessidade monetária, a falta de apoio da pessoa amada, começa a acabar a paciência, o amor se acaba e somente vem o desejo de levantar vôo e fugir para melhores oportunidades. Tornou-se uma desculpa comum dizer: “Eu tenho o direito de viver” “ainda sou jovem” e assim por diante.

Ouvi dizer que a separação e um mal do nosso tempo sendo resultado do modernismo, da liberação feminina e do direito que temos de fazer de nossa vida sem que nada e ninguem nos interrompam. Talvez… mas…

Mas nos tempos antigos, este registrado na Bíblia a atitude que uma mulher tomou quando seu esposo perdeu tudo, absolutamente tudo. Ele já não tinha mais os filhos, nem propriedades e muito menos saúde. “Tão desesperado era sua condição”, “sentado entra as cinzas e se raspando com um caco de barro” (Jó 2)

Qual foi o apoio de sua esposa?

“Ela disse: Ainda reténs a tua integridade? Amaldiçoe a Deus e morra!”

Esta mulher se esqueceu de seus votos, quando ele mais precisava de seu apoio e companhia, ela o desprezou querendo que ele quebrasse o seu relacionamento com Deus e morresse.

Esta atitude parece cruel e sem amor, o tempo da barbárie, mas é o que está acontecendo todos os dias em nosso meio.

Como é o apoio que você fornece ao seu marido, especialmente nos momentos difíceis? Você levanta como um juiz, o desprezando e acusando por seus erros ou problemas?

Você esta pensando e voar para cima também? Você está esquecendo…?


Cristiano

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quinta-feira, 20 de junho de 2013

Minha esposa vai ficar igual a minha sogra?

Piadas a parte, todo homem sabe que sua esposa tem um pouco de reflexo de sua mãe, a temível sogra. Há um receito de estar namorando com a mãe da namorada também, o que de fato há um fundo de verdade: toda esposa parece muito com sua sogra, bem como você pode parecer muito com seus pais.

Não é por mal, é questão de criação

Relembre a famosa letra de Renato Russo, da canção pais e filhos: “você culpa seus pais por tudo, isso é um absurdo. São crianças como você, o que você vai ser quando você crescer”. Traduzindo…você vai se tornar seu pai um dia. Por que? Porque esta é a forma a qual você aprendeu a ser adulto, a lidar com a vida e ser uma pessoa casada. Infelizmente isso pode ser bom ou ruim, pois podemos repetir as más manias dos pais ou podemos criar as nossas próprias manias.

Os pais são referências na criação dos filhos e por isso acabamos por copiar tudo o que eles ensinam e colocamos em nosso jeito de ser. Não é anormal, é apenas porque esta é a forma a qual você aprendera lidar com os problemas, cuidar da casa e criar filhos. A mulher tende a se espelhar na mãe e o homem tende a se espelhar no pai.

Sua esposa pode ser totalmente diferente de sua mãe

Dependendo da criação e como a esposa vê a mãe (em caso de exemplos negativos, em especial), a sua esposa ou futura esposa pode ser uma mulher completamente diferente dos pais. Bons filhos copiam apenas as coisas que considera certas e não lhe fazem mal, sabendo filtrar. Se elas não concordam com os castigos físicos dos pais, por exemplo, tendem a não os repetir com seus filhos. Na maior parte das vezes ficam apenas as coisas boas.

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quarta-feira, 19 de junho de 2013

Sexo, tambem é uma troca de compreensão

"O marido cumpra o seu dever para com a sua esposa e da mesma forma também a esposa o cumpra para com o marido.
A mulher não pode dispor de seu corpo: ele pertence a seu marido. E da mesma forma o marido não pode dispor do seu corpo: ele pertence à sua esposa. Não vos recuseis um ao outro, a não ser de comum acordo, por algum tempo, para vos aplicardes à oração; e depois retornais um para o outro, para que não vos tente Satanás por vossa incontinência" (I Cor 7, 3-5).

Com essas orientações o apóstolo dos gentios mostra a legitimidade da vida sexual no casamento e até pede que os casais não se abstenham dela por muito tempo, dizendo: "Não vos recuseis um ao outro".
E pede que cada um "cumpra o seu dever" para com o outro. Como não ver nessas palavras do apóstolo um pedido aos cônjuges, para que satisfaçam as legítimas aspirações do outro? É claro que a luz a guiar este relacionamento há de ser sempre o amor e nunca o egoísmo, Se tem amor certamente haverá compreensão!!!!!
Haverá épocas na vida do casal em que a relação sexual será impossível. Quando a esposa está grávida, já próximo de dar à luz, após o parto, quando passa por uma cirurgia, entre outros. Nessas ocasiões, e em muitas outras, por bom senso, mas também por caridade para com a esposa, o esposo há de respeitá-la em amor e no Senhor.

 Pr. João Batista e Prª Edna

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terça-feira, 18 de junho de 2013

O que Fazer Quando Outras Mulheres Chamam Atenção do Seu Parceiro

Provavelmente você já deve ter vivido essa situação em que seu cotidiano e não se sentiu muito agradável ao presenciar a cena. Para os homens é comum dar uma secada na mulher que vai passando a sua frente, mesmo que esteja acompanhado pela esposa ou namorada.

Aquela olhadinha de canto de olho para outra mulher é comum entre os homens e as suas mulheres odeiam.

Para os homens é normal o extinto dominante de macho da espécie, por isso esse tipo de comportamento se torna comum, mas as mulheres não aprovam, uma vez que se sentem excluídas, mesmo que seja apenas uma olhadinha, como dizem os homens. Não é só por que esse comportamento é uma coisa natural para ele que você tem que aceitar, não é mesmo?

Você não pode impedir que ele olhe para outras mulheres

Confira algumas dicas para acabar com as olhadinhas do seu companheiro:

- Reclame toda vez que ele olhar para outra mulher, não precisa fazer um escândalo, mas mostre que você ficou chateada e não concorda com essa atitude;

- Faça com que o seu parceiro se ponha no seu lugar para que sinta na pele o que você esta sentindo, mas não grite nem faça escândalos, com conversa se resolve tudo.

Infelizmente você não pode exigir que ele não olhe para outras mulheres, mas com certeza agindo dessa maneira vai fazer com que ele pense duas vezes antes de se deixar levar pelo próprio instinto. Faça uma análise do seu comportamento e do seu estilo, as vezes uma pequena mudança no visual pode fazer com que os homens comecem a prestar mais atenção na mulher que esta ao seu lado, ao invés de ficar olhando para as outras.

É dificil um homem resistir a uma mulher bonita, ele sempre da uma olhadinha.

Faça com que o seu parceiro veja em você o que ele gosta de olhar nas outras, procure descobrir o que lhe chama a atenção e sinta-se poderosa e envolvente para seu namorado ou marido, com certeza ele vai ter olhos apenas para você.

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segunda-feira, 17 de junho de 2013

O olhar adúltero

“Ouviste que foi dito: não adulterarás. Eu, porém, vos digo: qualquer que olhar para uma mulher com intenção impura, no coração, já adulterou com ela” (Mateus 5:27-28).

O pecado do adultério não é mais nem menos que qualquer outro pecado descrito na Bíblia Sagrada, porém, ele é a razão maior da dissolução das famílias que o SENHOR uniu.

Qualquer ser humano está sujeito a deslizes espirituais e morais, até mesmo os que já experimentaram o novo nascimento; aqueles que se consideram mais santos aos, obviamente, fracos na fé. Todos, neste mundo, indistintamente, podem ser atraídos e enganados pelo pecado, do ímpio ao cristão: “Porque sete vezes cairá o justo e se levantará; mas os ímpios ficarão prostrados na calamidade” (Provérbios 24:16); com uma grande diferença: quem é cristão, nascido de novo, não vive mais preso ao jugo do pecado, não se torna mais escravo daquilo que foi liberto, pois o Sangue de JESUS o libertou da servidão do pecado e lhe deu a verdadeira liberdade em CRISTO JESUS. “Estai, pois, firmes na liberdade com que Cristo nos libertou e não nos tornei a meter-vos debaixo do jugo da servidão” (Gálatas 5:1). Em JESUS somos verdadeiramente livres: “Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente, sereis livres” (João 8:36). Costumo dizer sempre que o problema não está simplesmente em adulterar, mas em como reagimos ao adultério cometido. Davi e tantos outros grandes homens de DEUS, em boa parte da vida, foram escravos do adultério, porém, quando se prostraram aos pés do SENHOR, encontraram a justificação necessária para que se tornassem livres espiritualmente. O salmo 51 é uma profunda declaração à liberdade espiritual do homem face ao adultério.

Na velha aliança, a palavra adultério era utilizada com dois sentidos diferentes: o primeiro, na questão sexual ilícita; o segundo, em trair o SENHOR DEUS, contaminar-se com outros ídolos. Sobre esse segundo significado, encontramos uma advertência no livro do profeta Jeremias: “E, quando, por causa de tudo isso, por ter cometido adultério, a rebelde Israel despedi e lhe dei o seu libelo de repúdio, vi que a aleivosa Judá, sua irmã, não temeu, mas foi-se e também ela mesma se prostituiu. E sucedeu que, pela fama da sua prostituição, contaminou a terra; porque adulterou com a pedra e com o pedaço de madeira” (Jeremias 3:9).

Porém, o adultério, de que vamos tratar neste estudo, refere-se somente ao ato sexual ilícito, que se estabelecia quando um homem repudiava a sua esposa e com outra mulher mantinha relação sexual, expondo a esposa a, também, tornar-se adúltera de outros homens. E era exatamente isso que acontecia: a mulher, repudiada pelo seu marido, quase sempre se tornava objeto de prazer sexual de inúmeros homens, que as subjugavam dentro de uma escravidão cruel. Como os casos de repúdio e de adultério se tornavam, dia-a-dia, cada vez maiores e comuns, a solução veio na tentativa de frear os altos índices desse pecado através de leis rígidas. Quem fosse pego em flagrante adultério deveria, agora, ser morto por apedrejamento: “Também o homem que adulterar com a mulher de outro, havendo adulterado com a mulher do seu próximo, certamente morrerá o adúltero e a adúltera” (Levítico 20:10).

À época da GRAÇA, as coisas ganharam uma nova feição. O projeto de DEUS da dissolubilidade do casamento apenas na morte, a validade apenas do primeiro casamento, antes perdido e desprezado pelos judeus de coração duro, fora recuperado e reavivado por JESUS, quando afirmou que “qualquer um que repudiar a sua esposa e se unir a outra comete adultério, e o que se unir à repudiada pelo marido, adultera também” (Lucas 16:18). Ou seja, qualquer segunda relação sexual de uma pessoa separada e/ou divorciada, para JESUS, constitui adultério, não tendo a menor proteção de DEUS. Mas os conceitos não pararam por aí. O sentido do adultério foi largamente ampliado: adultério não se constituiria, somente, quando um cônjuge manteria relação sexual com outra pessoa, mas, também, quando destilasse um olhar de cobiça, de desejo sexual, sobre o outro: “Ouviste que foi dito: não adulterarás. Eu, porém, vos digo: qualquer que olhar para uma mulher com intenção impura, no coração, já adulterou com ela” (Mateus 5:27-28). Ou seja, JESUS demonstrava com isso que, aquilo que se via como prática sexual ilícita tinha origem mais profunda, no coração: “Porque do coração procedem maus desígnios, homicídios, adultérios, prostituição, furtos, falsos testemunhos, blasfêmias” (Mateus 15:19) (grifo meu).

É exatamente isso que ocorre dentro dos lares, nas famílias: maridos e esposas, frustrados no projeto divino da realização sexual mútua, terminam se tornando frágeis cristais, sem cobertura espiritual, a ponto de, logo, logo, serem enganados e atraídos pelo falso desejo de realização e felicidade pessoais com outrem. Buscam, em uma terceira pessoa, o anseio de apagar a frustração na alma, gerada por um casamento que, aparentemente, morreu, para tentar refazer a história e o projeto de vida, envolvendo-se na vida de um outro ser, ainda que isso venha a afastá-los da presença de DEUS. O fracasso sexual entre os casais casados abre uma enorme fresta para ação do inimigo nas famílias. Não foi por acaso que o apóstolo Paulo deu um destaque especial a importância da prática sexual constante e a busca do prazer sexual no leito dos cônjuges: “Quanto ao que me escrevestes, é bom que o homem não toque em mulher; mas, por causa da prostituição, cada um tenha a sua própria esposa, e cada uma, o seu próprio marido. O marido conceda à esposa o que lhe é devido, e também, semelhantemente, a esposa, ao seu marido. A mulher não tem poder sobre o seu próprio corpo, e sim o marido; e também, semelhantemente, o marido não tem poder sobre o seu próprio corpo, e sim a mulher. Não vos priveis um ao outro, apenas por consentimento mútuo, por algum tempo, para vos aplicardes à oração; depois vos junteis novamente para que satanás não vos tente por causa da incontinência” (1 Coríntios 7:1-5).

Pelas palavras detalhistas e cuidadosas do apóstolo, vemos que o sexo pode se tornar uma grande bênção no casamento, como também uma porta larga para a ação do diabo e as tristes consequências, como a escravidão de uma vida longe de DEUS e entregue ao adultério.

O mundo está repleto de pessoas possuídas de demônios de adultério, que vivem à caça em manter relação sexual com homens e mulheres casadas. Há aquelas que, sem o mínimo pudor e vergonha, declaram, escancaradamente, sentir mais prazer e segurança quando mantêm compromisso com pessoas já comprometidas com outras. Por isso, os cristãos devem ter uma vigilância redobrada na questão sexual para que os leitos preenchidos não se tornem leitos solitários. O sábio Salomão, em alguns dos seus textos, descreve todo o trajeto de um homem, que abandona a família, afasta-se dos propósitos de DEUS, para se unir a uma mulher adúltera em seu leito. Adverte sobre todos os perigos e aponta as consequências terríveis de quem está acomodado nessa relação sexual ilícita. Analisemos, agora, alguns dos seus ensinamentos:

“Filho meu, atende a minha sabedoria; à minha inteligência inclina os ouvidos para que conserves a discrição, e os teus lábios guardem o conhecimento; porque os lábios da mulher adúltera destilam favos de mel, e as suas palavras são mais suaves do que o azeite; mas o fim dela é amargoso como o absinto, agudo, como a espada de dois gumes. Os seus pés descem à morte; os seus passos conduzem-na ao inferno. Ela não pondera a vereda da vida; anda errante nos seus caminhos e não o sabe” (Provérbios 5:1-6).

A mulher adúltera (tanto a casada, que trai o marido, como a solteira que se relaciona com homens casados) possui uma característica própria: ela atrai um perdido com uma aparência sedutora, com palavras doces, suaves, de carinho. Ela dá e faz o que, geralmente, as esposas em casa não tiveram o cuidado de fazer, ou seja, entra no vazio, na carência e na necessidade alheia. A mulher adúltera, na Bíblia, tem a mesma sagacidade e capacidade de seduzir e persuadir que a serpente no Jardim do Éden. DEUS tinha acabado de celebrar o primeiro casamento, de abençoar o primeiro homem e a primeira mulher, torná-los uma só carne: “Por isso, deixa o homem pai e mãe e se une à sua mulher, tornando-se os dois uma só carne. Ora, um e outro, o homem e sua mulher, estavam nus e não se envergonhavam. Mas a serpente, mais sagaz que todos os animais selváticos que o SENHOR Deus tinha feito, disse à mulher: É assim que Deus disse: não comereis de toda a árvore do jardim? Respondeu-lhe a mulher: do fruto das árvores do jardim podemos comer, mas do fruto da árvore que está no meio do jardim, disse Deus: dele não comereis, nem tocareis nele, para que não morrais. Então, a serpente disse à mulher: é certo que não morrereis” (Gênesis 2:24-25; 3:1-4). A intenção da serpente era destruir o matrimônio puro, sem mácula, que o SENHOR DEUS havia criado para o homem e a sua esposa. Então, ela procurou persuadir o lado mais fraco, mais frágil, a mulher, distorcendo os conselhos de DEUS. DEUS havia ordenado: “não coma para não morrer”. Mas a serpente introduziu um conceito diferente em cima da mesma questão: “se você comer, não morrerá”. Assim, com essa mesma astúcia e sagacidade, age uma pessoa possuída de demônios de adultério. Ela apresenta-se com uma imagem bonita, como a serpente, seduz ou se permite a sedução, usa palavras de mansidão recheadas de fel. O curioso é que Salomão avisa que uma mulher assim “não sabe o que faz”, ou seja, não tem discernimento espiritual do mal que está causando para si nem para o próximo. É uma cega e morta, espiritualmente falando.

“Agora, pois, filho, dá-me ouvidos e não te desvies das palavras da minha boca. Afasta o teu caminho da mulher adúltera e não te aproximes da porta da sua casa; para que não dês a outrem a tua honra, nem os teus anos a cruéis; para que dos teus bens não se fartem os estranhos, e o fruto do teu trabalho não entre em casa alheia; e gemas no fim da tua vida, quando se consumirem a tua carne e o teu corpo, e digas: como aborreci o ensino! E desprezou o meu coração a disciplina! E não escutei a voz dos que me ensinavam, nem a meus mestres inclinei os ouvidos!” (Provérbios 5:7-13).

Salomão, nesse trecho, adverte mais uma vez para que os filhos de DEUS ouçam os conselhos do PAI e não se aproximem do caminho do adultério. Quem vive na prática do adultério (ou o solteiro que se relaciona com uma pessoa casada; ou uma pessoa separada e/ou divorciada, que se dá em um segundo casamento com outra pessoa) perde a honra e a salvação em CRISTO JESUS; os dias passam a ser cruéis; os bens materiais são consumidos, a falência bate-lhe à porta; e há gemidos ao final da vida. Por fim, quem insiste em viver em adultério, lamenta-se em não ter obedecido à voz do SENHOR.

“Seja bendito o teu manancial, e alegra-te com a mulher da tua mocidade (primeira e legítima esposa), corça de amores e gazela graciosa. Saciem-te os seus seios em todo o tempo; e embriaga-te sempre com as suas carícias” (Provérbios 5:18-19) (grifo meu).

Aqui há uma exortação ao arrependimento, ao retorno ao primeiro amor, à presença de DEUS, em desfazer o caminho do adultério e voltar aos braços da esposa legítima. Esta é maravilhosa e suficiente para ele e o prazer sexual sempre estará a sua disposição.

“Por que, filho meu, andarias cego pela estranha e abraçarias o peito de outra? Porque os caminhos do homem estão perante os olhos do SENHOR, e ELE considera todas as suas veredas. Quanto ao perverso, as suas iniquidades o prenderão, e com as cordas do seu pecado será detido. Ele morrerá pela falta de disciplina, e, pela sua muita loucura, pedido, cambaleia” (Provérbios 5:20-23).

A pergunta que introduz o texto acima parece buscar uma justificativa injustificável: “por que deixaria de estar no caminho que DEUS te colocou, um caminho seguro, para trilhar por caminhos de perdição e de morte?” Como um homem troca a salvação em CRISTO JESUS pela destruição de sua alma por causa de uma mulher adúltera? Este homem se prende cada vez mais no pecado, cambaleia, cambaleia, até encontrar a morte.

Em Provérbios 6 e 7 há outras sérias advertências contra a mulher adúltera: “Não cobices em teu coração a sua formosura, nem te deixes prender com as suas olhadelas. Por uma prostituta o máximo que paga é um pedaço de pão, mas a adúltera anda à caça de preciosa vida. Tomará alguém fogo no seio, sem que as suas vestes não se incendeiem? Ou andará alguém sobre brasas, sem que se queimem os seu pés? Assim será com o que se chegar à mulher do seu próximo; não ficará sem castigo todo aquele que a tocar. (…) O que adultera com uma mulher está fora de si; só mesmo quem quer arruinar-se é que pratica tal coisa” (Provérbios 6:25-29 e 32);  A mulher adúltera “seduziu-o com as suas muitas palavras, com a lisonja dos seus lábios o arrastou. E ele num instante a segue, como um boi que vai ao matadouro; como um cervo que corre para a rede, até que a flecha lhe atravesse o coração; como a ave que se apressa para o laço, sem saber que isto lhe custará a vida” (Provérbios 7:21-23).

Não são poucos os maridos e esposas cristãos que têm enveredado nos cárceres do adultério e se tornado cativo desse pecado. Não são poucos os que têm feito da sua vida “um caminho para a sepultura” e descido “para as câmaras da morte”. Porém, há uma importante e significativa diferença, que preciso mostrar aqui, entre a pena na velha aliança e a pena nos tempos da GRAÇA de DEUS para quem vive preso à prática do adultério: em CRISTO, um adúltero ou uma adúltera tem a possibilidade de regeneração, a esperança de cura, de libertação, enfim, de receber o Amor e o Perdão de JESUS. NOSSO SENHOR E REDENTOR olha para todo aquele que se arrepende e abandona o pecado e diz: “não te condeno! Vá e não peques mais” (João 8:11). O Sangue de JESUS e a possibilidade de regeneração na vida de um homem caído não deixaram que o casamento se desfizesse por causa da prática do adultério. A velha lei encontrara, enfim, o seu desfecho justo, quando da morte e do sacrifício do Filho de DEUS na cruz do calvário.

Por isso, em CRISTO, devemos orar, perseverar, esperar e confiar imensamente no plano de DEUS em refazer tudo aquilo que, um dia, o diabo fez na vida dos cônjuges e nos casamentos. JESUS CRISTO, o Filho do DEUS Vivo é Aquele que liberta também cônjuges opressos e possessos pelos demônios do adultério. Essa é a maior prova de Amor que podemos dar: ressuscitar a nossa esperança de restauração através da obediência à Palavra de DEUS, por aquele (a) que o SENHOR, conosco, nos fez uma só carne e nos selou com o verdadeiro amor para vivermos toda a vida. Descansemos o nosso coração no CRISTO que liberta e restaura famílias. Que DEUS nos abençoe!    

FERNANDO CÉSAR

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domingo, 16 de junho de 2013

Uma boa raiz entre a família

A família, criação de Deus é a comunidade primária da raça humana. Ela antecede qualquer
instituição, povo ou nação. Foi a célula primogênita da sociedade. Milênios se passaram e, junto
com eles, muita coisa mudou no mundo. As mais diferentes culturas de todos os lugares do
planeta sofreram grandes transformações ao longo de sua história. O mapa político e social dos
continentes já mudou várias vezes. No entanto, os seres humanos continuam integrando-se em
famílias.

Um projeto tão bem elaborado e consistente quanto este não poderia ter surgido ao acaso ? E,
mesmo que tivesse acontecido assim, dificilmente seria uma unanimidade. Por isso, não é difícil
concluir que sua origem é divina. Deus é o Criador da família e, como tal, o único com
autoridade e direito de decidir o que ela é, para que existe e como deve funcionar.

A família só pode viver e se desenvolver normalmente se contar com a presença e a bênção de
Deus? Se o Senhor não edificar a casa, em vão trabalham os que a edificam; se o Senhor não
guardar a cidade, em vão vigia a sentinela? (Salmos 127.1).
Apesar da boa raiz que a sustenta, a família sofre ataques constantes e mortais. O inimigo de
nossas almas sabe que, destruindo os relacionamentos entre marido e mulher, pais e filhos, estará
condenando à sociedade à morte. Por isso, a crise que vive a nossa geração focaliza-se
principalmente nos lares. Assim como o primeiro pecado foi cometido dentro da família e
atentou contra ela (Gênesis 3.6), também em nossos dias a maioria dos pecados se cometem no
seio familiar.

Nos lares, vivem-se tensões, contendas, discussões, injúrias, gritos, ofensas, ressentimentos,
amarguras e até separações e divórcios. A família é o foco dos ataques de Satanás, que trama
sem parar contra ela ? Infelizmente, em diversas oportunidades, ele ainda conta com a
colaboração de pais ou filhos para facilitar esta tarefa. As evidências desta ofensiva diabólica
estão diante de nós: deterioração dos valores tradicionais, crescimento dos conflitos e um
número crescente de separações em proporções alarmantes. E nós, o que estamos fazendo?

Será que a Igreja tem algo a oferecer à nossa sociedade, alguma coisa que possa salvá-la? Há
mesmo solução em Jesus Cristo para esta crise, como costumamos alardear, ou nosso discurso é
ineficaz diante da morte de tantos lares? O Evangelho tem mesmo o poder de promover a
ressurreição de tantas famílias das quais a vida fugiu? Se você me permite responder minha
própria pergunta, afirmo enfaticamente que sim. Por acreditar que a deterioração da família
deve-se ao fato de que a ordem de Deus para ela tem sido ignorada, abandonada e alterada por
critérios humanos, também estou convencido de que contamos com recursos para a
reconstrução dos lares:

Orientação precisa da Palavra de Deus

Somos muito privilegiados! Através de sua Palavra, Deus nos instrui sobre todos os aspectos da
vida familiar. Seus ensinamentos são claros, simples, precisos e perfeitos (Salmos 19.7-9). E são
para todas as famílias da terra, em todos os tempos. O poder transformador do Espírito Santo
Mediante o Espírito Santo, temos em nós a força de Deus para sermos mudados, melhorados e
aperfeiçoados até chegarmos a ser famílias saudáveis e santas, para a glória de Deus. O fruto do
Espírito Santo (Gálatas 5.22-23) manifesto em nós, faz aflorar todas as virtudes necessárias para
uma maravilhosa convivência familiar.

A valiosa ajuda da comunidade cristã

Na igreja, sempre encontraremos pastores e irmãos mais instruídos, a quem possamos recorrer
em busca de sabedoria, conselho e orientação. Ademais, haverá ali famílias bem formadas que
serão, para nós, exemplo e modelo valiosos, de quem podemos aprender e em quem podemos
nos espelhar. Como Criador da família, Deus é o único com autoridade e direito de decidir o que
ela é, para que existe e como deve funcionar. Queremos lares projetados por Deus. Queremos
aprender a ser famílias que vivem a realidade do Reino de Deus aqui na terra, debaixo do
senhorio de Cristo. (...) tendo por certo isto mesmo, que aquele que em vós começou a boa obra
a aperfeiçoará até o dia de Cristo Jesus (Filipenses 1.6).

Creio, de todo o coração, que Deus nos aperfeiçoará até chegarmos a ser um povo com as
características que o agradam: famílias sólidas, estáveis; solteiros que mantêm sua pureza; casais
que convivem em harmonia e fidelidade; pessoas que vivem com a dignidade inerente a todo ser
humano; pessoas diligentes, responsáveis, trabalhadoras, generosas e prontas para o serviço
cristão, vivendo num ambiente de amor, ordem e paz.

Apesar de conhecermos bem as ciladas do diabo, tanto pelo que a Palavra de Deus nos ensina
quanto por nossas experiências diárias, não podemos incorrer no escapismo de culpar o inimigo
por tudo que conspira contra o lar. É preciso lembrar que boa parte dos problemas enfrentados
pela família ocorre em função das inabilidades humanas e da falta de disciplina em relação aos
projetos do Senhor para as vidas de seus filhos. Penso que determinados obstáculos começam
dentro da própria estrutura do lar. Ao identificá-los, assumi-los e, humildemente, colocá-los
diante do Pai celestial, a família pode dar o primeiro passo para ver realizado o milagre da
Ressurreição dentro da própria casa. Gostaria de refletir sobre alguns deles com você.

Carência de propósito

Muita gente simplesmente não determina propósito algum para sua vida. Casa trabalha, se
esforça, adquire casas, tem filhos, mas não sabe bem para quê. Se perguntarmos à maioria dos
noivos por que motivo pretende casar, eles não saberiam dar uma resposta clara. São capazes de
planejar os mínimos detalhes do casamento; O vestido, a festa, a viagem, os móveis, a lista de
convidados etc. Mas provavelmente jamais se fazem esta pergunta fundamental: Por que vou
casar? Esta falta de propósito leva muitos pais a crer que cumpriram seu dever em relação aos
filhos se forem bons provedores de comida, roupa, moradia, saúde, educação, recreação etc.
Não se dão conta de que, ainda que tudo isso seja necessário, não constitui precisamente o
fundamental.

Objetivos equivocados

A carência de um propósito claro para a família faz com que nos desviemos para os objetivos
equivocados e façamos dos meios um fim, e do secundário, o principal:
Ganhos materiais: o progresso material tem se transformado no objetivo principal de muitas
famílias. A grande meta é o suposto ?Conforto? Perde-se a vida desejando e trabalhando para
alcançar o desejado; depois, segue-se trabalhando para manter o alcançado. O pensamento está
sempre atrás de alguma nova aquisição. Neste caso, as pessoas sacrificam e adiam a família por
causa do lucro. E (Jesus) disse ao povo: Acautelai-vos e guardai-vos de toda espécie de cobiça;
porque a vida do homem não consiste na abundância das coisas que possui (Lucas 12.15).

Gratificação pessoal e egoísta

Há aqueles que se casam pensando somente em si mesmos. Seu objetivo não é dar, mas receber;
não servir, mas ser servidos. E isto acontece no âmbito da vida material, na vida sexual e no
tocante às responsabilidades familiares. A única garantia, porém, é a do fracasso do lar.

Endeusamento da própria família:

Alguns fazem da família um fim em si. Seu projeto pessoal de felicidade e conveniência
converte-se na meta mais alta da vida familiar. Mesmo sem se dar conta, consideram Deus apenas
um excelente meio para alcançar o bem-estar. Tais famílias vivem tão-somente preocupadas com
sua própria fama e seu nome. Dedicam-se por inteiro à própria comodidade e ao prazer pessoal.

Obtenção de benefícios

Este é o objetivo da maioria dos casamentos que se constituem, ainda que inconscientemente. É
claro que há benefícios legítimos que Deus mesmo tem outorgado ao casamento, como a alegria
de viver em companhia, o afeto, a felicidade, o deleite que proporciona o ato sexual, a alegria de
pertencer a um núcleo familiar, a cobertura espiritual, a proteção, os filhos etc.

A questão, porém, diz respeito a saber se é razoável fazer destes benefícios o propósito para a
família. Mais adiante, durante o desdobramento deste texto, veremos que a resposta não é tão
simples quanto parece. Diante de nossas limitações, não é difícil concluir que a família só pode
experimentar a verdadeira vida plena se adotar os padrões de Deus como conduta e a glória do
Senhor como objetivo. Porque dele, e por ele, e para ele, são todas as coisas; glória, pois, a ele
eternamente. Amém? (Romanos 11.36).

E há motivos de sobra para depositarmos no Pai nossa inteira confiança. Pense bem: Deus é o
Criador da família. Ele criou todas as coisas, fez o homem e a mulher e os uniu em casamento. E
instituiu o casamento para todas as gerações. Como Autor da vida, é Ele quem dá os filhos aos
casais. Deus também é Dono da família. Tudo que foi criado pertence a Deus. Portanto, a família
lhe pertence. Do Senhor é a terra e a sua plenitude; o mundo e aqueles que nele habitam (Salmos

24.1).

Sendo o Criador, o Dono e o Sustentador da família, é natural que o Pai celestial tenha um
propósito para ela, assim como ele reserva um plano para todas as criaturas e para o universo,
como um todo. Isto significa que também para os lares o Senhor traçou uma meta. (...) nele (...)
também fomos feitos herança, havendo sido predestinados conforme o propósito daquele que
faz todas as coisas segundo o conselho da sua vontade (Efésios 1.11).

Nem sempre a idéia de submeter a família ao plano de Deus agrada. Há quem prefira determinar
os próprios rumos, desprezando a vontade e a autoridade que o Senhor exerce em amor. No
entanto, quando nos conscientizamos de que a família existe para a glória daquele que a criou, a
conseqüência natural é a felicidade e o bem-estar. Que constituem os acréscimos, não o
propósito central. O fim supremo da família é a glória de Deus. Mas buscai primeiro o seu Reino
e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas (Mateus 6.33).

Entender este propósito de Deus para a família é fator fundamental para a compreensão da
importância de mantê-la viva. Afinal, a grande mensagem da Ressurreição é a vida. Há perguntas
cuja resposta é crucial para a saúde do lar. Para que Deus instituiu o casamento? Por que deu
uma esposa a Adão? Para que fez homem e mulher uma só carne?

Deus tem um propósito eterno: desde antes da fundação do mundo, determinou ter uma família
com muitos filhos semelhantes a seu Filho Jesus. Porque aqueles que antes conheceu, também os
predestinou para que fossem feitos conforme a imagem de seu Filho, para que Ele seja o
Primogênito entre muitos irmãos (Romanos 8.29). Boa parte dos problemas enfrentados pela
família ocorre em função da falta de disciplina em relação aos projetos do Senhor para as vidas
de seus filhos como também nos elegeu nele antes da fundação do mundo, para sermos santos e
irrepreensíveis diante dele em amor; e nos predestinou para sermos filhos de adoção por Jesus
Cristo, para si mesmo, segundo o beneplácito de sua vontade (Efésios 1.4-5).

A família existe em função do propósito eterno de Deus, para cooperar com sua realização. Deus
quer ser pai de uma grande família. Malaquias afirma o propósito de Deus ao fazer do homem e
da mulher uma só carne. Quando diz: E não fez Ele somente um, ainda que lhe sobejava espírito.
E por que somente um?

Não é que buscava descendência piedosa?

"Portanto guardai-vos em vosso espírito, e que ninguém seja infiel para com a mulher da sua
mocidade" (Malaquias 2.15).

Não foi Adão quem quis ter uma família, mas Deus deu aos homens a capacidade de se
multiplicar e ter filhos. E aprouve a Deus gerar, a partir desta descendência, muitos homens e
muitas mulheres que se tornaram filhos por meio de Jesus Cristo. Disse mais o Senhor Deus: Não
é bom que o homem esteja só; far-lhe-ei uma ajudadora que lhe seja idônea? (Gênesis 2.18). Deus
não deu ao homem uma simples companheira, mas uma ajudadora idônea, para que neles e
através deles pudesse realizar seu plano.

Tenha sempre isto em mente: a família foi programada para Deus para cooperar com o propósito
eterno do Senhor. E assim como a sepultura não foi capaz de impedir a realização deste
propósito, também a família pode viver ainda hoje o milagre da Ressurreição.

Leia, Reflita e Ore a Deus. Sua família só tem a ganhar com tudo isso, Deus continue vos

abençoando.

Anderson e Anne Araújo

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sábado, 15 de junho de 2013

EU NAMORO, TU NAMORAS, ELES NAMORAM

Há algum tempo atrás, namorar, significava para a maioria das pessoas um período de conhecimento entre duas pessoas que pretendiam ficar noivas e se casarem. Hoje, namorar ganhou novos significados. Mesmo antes já se percebia com certa freqüência o uso do termo substituindo palavras ou frases, como: “interessado em”, “de olho”, “verificando alguns detalhes em”, “observando”. A frase, por exemplo: “estou interessado em um televisor na loja e estou quase decidido a comprá-lo”, sendo substituída por: “estou namorando um televisor na loja e estou quase decidido a comprá-lo”. Juntamente com a substituição, um verbete que entrou e ficou: “paquerar”. Este, ainda que usado por alguns com o mesmo significado, já não significava a mesma coisa; mais parecia dar um aspecto um tanto superficial; como que um namoro menos comprometido.

Uma explicação mais consistente para as mudanças no cenário do amor de namorados requer um estudo mais aprofundado. Posicionando-me em uma análise simplória e localizada na esfera cristã vejo que nem tudo está perdido, pelo contrário, talvez as mudanças que ocorreram do decurso destes poucos anos surgiram para proteger os sinceros namorados que preferem a manutenção do termo verbo “namorar” com o significado exclusivo de “um período de tempo de conhecimento, respeito e amor, que precede ao noivado e ao matrimônio”.

Defendendo a troca do namoro cego por um amor prudente a Psicóloga Lana Harari escreveu:
“Que significado tem o dia dos namorados atualmente? O que os namorados celebram nesses tempos em que o "amor cego" foi substituído pelo "amor prudente", um amor que leva os parceiros a viverem uma relação com precauções, empenhando-se para construí-la ao mesmo tempo em que deixam uma porta aberta para sair dela quando ela não os satisfizer mais? Não é fácil viver numa época como a de hoje, em que a liberdade individual e a auto-realização são as principais metas a serem alcançadas. Manter um laço a qualquer preço, nem pensar!

NAMORO SÉRIO
Hoje, 12 de junho de 2010, comemoram-se o dia dos namorados. Vamos respeitar as várias correntes e suas posições sobre o tempo, local, idade para se namorar. Vamos aprender com os jovens os novos termos que eles usam para expressar este período tão bonito de namoro; talvez o ficar deles é o mesmo “ficamos” nosso, chamado namoro.No entanto se esse não for o real significado de namorar no sentido de conhecer mentale socialmente, cremos que não vale apena arriscar o tal "ficar" O cuidado, no entanto, é com a segurança dos jovens cristão neste período de pleno vigor físico e sexual e com tanta energia, nossos moços precisam de um maior envolvimento em atividades que os coloquem em harmonia com Deus, com o seu “amor”, com os responsáveis por eles e por si mesmos.

Tenho me preocupado bastante com a questão do namoro no seio da juventude evangélica. A Palavra de Deus mostra regras estabelecidas de conduta que eles devem seguir; muitas vezes são rígidas demais para os seus atuais dias e nem todos os líderes espirituais estão habilitados a falar no assunto por razões diversas. Sei que não cabe a nós julgar, mas fazer a nossa parte em orientar da forma mais sabia e santa possível pois esta é a vontade do Pai, que façamos a sua vontade e vivamos de acordo a sua palavra.

AS DIFICULDADES NA ORIENTAÇÃO DOS JOVENS
Algumas situações que podem interferir na vida ministerial do líder religioso no momento de ensinar os jovens na área sentimental e sexual são várias. Uns por terem vivido um namoro totalmente livre e nunca foram orientados na ocasião. Outros viveram na mocidade a mesma situação e por não terem resistido à tentação cederam ao pecado e por isso não se sentem com condições morais para falar do assunto. Alguns poucos não eram evangélicos na sua mocidade e com poucos meses de convertidos foram ordenados ao alto cargo de pastor, assim não tiveram tempo de aprender todos os assuntos pertinentes ao exercício de sua função. Também existem os que praticam certos erros na área sexual e por isso não ensinam para não se sentirem hipócritas. Enfim, são várias situações que envolvem a juventude evangélica na área do namoro e infelizmente, muitos adolescentes e jovens continuam a namorar, noivar e se casar, sem a mínima orientação, de seus pais e na falta destes, de seus pastores.

LIDERANÇA EXTREMISTA, UM PERIGO
Tenho visto que alguns líderes de Igreja Evangélica radicalizando em seus ensinamentos doutrinários, aplicando uma regra de conduta rígida, porque temem relaxar e assim verem os seus jovens em caminhos visivelmente tortuosos. No lado oposto estão os que pensam que não precisam nem tocar no assunto porque Deus é misericordioso, tolerante e por Sua infinita Graça não atenta para esta questão. Em certos casos, os radicais não convidam palestrantes de fora para falar do assunto; já no segundo caso, até convidam renomados palestrantes para falar para os seus liderados, mas com certo medo de “escandalizar”.

LIDERANÇA EQUILIBRADA, PRUDÊNCIA
Graças a Deus que existem muitos pastores que tratam o assunto com o maior carinho possível dando ele mesmo palestras, pregando, doutrinando e agendando palestras e atividades afins, tudo em benefício destes nossos apaixonados namorados.

ALERTA AOS PRETENDENTES
Quero deixar aqui a minha mensagem para todos os meus leitores namorados, noivos, casados ou solteiros. Vivam em amor em todas as esferas da vida de vocês. Coloquem Deus como CENTRO de vossas vidas, namoro, casamento, deixe Deus ser o centro - estár no controle. Se você está sozinho, é solteiro, separado por quaisquer motivos ou viúvo, lembre-se em primeiro lugar que o seu comportamento deve ser único na esfera sentimental e amorosa, havendo diferenças apenas no aspecto social. Para um jovem solteiro, “paquerar” não causa nenhum espanto na sociedade; enquanto que um viúvo, dependendo da sua idade pode causar algum constrangimento, pois em nosso círculo social ainda reside, seqüelas da antiga discriminação. O que está na condição civil de “separado” ou divorciado deve atentar o seu caso específico e verificar as regras impostas pela sua igreja, há casos de pessoas que estão separadas há anos e nem tem noção de por anda o seu consorte, mas algumas igrejas não os aceitam como livres. Você, casado, que está separado porque a sua esposa que está em tratamento de saúde no hospital ou no exterior, deve se comportar como casado, ainda que separado pelo tempo que for; jamais poderá trair a sua amada. Este é o categórico jugo do casamento e do amor. Se esta é a sua cruz e a acha pesada, lembre-se o amor tudo suporta. “O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não trata com leviandade, não se ensoberbece.” (1 Co 13.4).

MENSAGEM AOS NAMORADOS LIVRES
Se você é livre e está namorando, tenha muito amor, paciência, carinho, ternura, respeito, comunicação, fidelidade e, sobretudo temor a Deus. Lembre-se que suas palavras são muito importantes, mas a sua cara-metade colhe sempre mais de suas atitudes do que quaisquer tipos de discursos “Na multidão de palavras não falta pecado, mas o que modera os seus lábios é sábio” (Pv 10.19). Ponha em Deus a sua confiança “Bem-aventurado o homem que põe no Senhor a sua confiança, e que não respeita os soberbos nem os que se desviam para a mentira.” (Sl 40.4) e Ele suprirá todas as suas necessidades “O meu Deus, segundo as suas riquezas, suprirá todas as vossas necessidades em glória, por Cristo Jesus” (Fp 4.19).

MENSAGEM AOS NAMORADOS CASADOS
Um recadinho em dez sentenças para você se casou e vive com o seu “amor”:
1. Busquem a felicidade em conjunto;
2. Continue namorando todos os dias de sua vida;
3. Não atente para a aparência física no decorrer dos anos;
4. Deus colocou elementos exatos na equação do amor para compensar a evidência do tempo; por isso que amamos muito mais ao nosso cônjuge nas bodas de prata do que no casamento; nas bodas de ouro do que na de prata;
5. Lembre-se que o amor conjugal jamais se envelhece e não deve nunca acabar enquanto viverem;
6. Jamais simule atitude de amor, o seu cônjuge sabe quando você está manifestando o seu amor naturalmente ou com segundas intenções;
7. Não é possível se esconder diante da pessoa que vive em união estável;
8. Não guarde para depois aquilo que deve ser comunicado;
9. Orem juntos, sempre;
10. Deus, o inventor e conservador do casamento tem o maior interesse em facilitar todas as coisas para que haja felicidade na vida dos casais consolidados pelo matrimônio.

AOS CASADOS QUE ESTÃO VIVENDO EM “PROVAÇÃO”
Existe algo na vida conjugal que deve ser muito bem administrado, a crise financeira. Meu amigo, muitas vezes você quis presentear a sua esposa com um lindo apartamento perto da faculdade onde ela estuda, mas não conseguiu fechar o negócio; não se entristeça; ela chorou com você pela sua impossibilidade de realizar o seu sonho. Amada, não se entristeça por não ter podido fazer aquele almoço especial para o seu marido no dia do aniversário dele; vocês estavam sem dinheiro e o cartão estava bloqueado por falta de pagamento; fique tranqüila e sorria, ele sofreu muito mais do que você e percebeu a sua dor. Amados namorados casados, o nosso cônjuge sofre tudo na mesma grandeza e forma do nosso sofrimento. Não é possível ficar nada em branco na vida de um casal que se ama. Lembrem-se, nós os que pregamos e os que ouvem a pregação tem ouvido quase que como uma reza a afirmativa: “DEUS ESTÁ NO CONTROLE”. Disse o salmista: “O teu reino é um reino eterno; o teu domínio dura em todas as gerações” (Sl 145.13).

A todos os namorados, dos adolescentes aos vovôs. Deus abençoe a todos, por Sua Graça.
Feliz dia dos namorados.

NÓS DEPENDO DA GRAÇA DE DEUS e você?

Anderson e Anne Araújo

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sexta-feira, 14 de junho de 2013

CUIDADO COM MENTIRAS E FOFOCAS QUE PODEM ATRAPALHAR O SEU RELACIONAMENTO

O mundo é mal! E como é! A gente sabe que é, no entanto quando a maldade fica só ali nos noticiários, ali na tela da TV ou quando você sabe de um caso que aconteceu com beltrano ou fulano, isto é uma coisa. Outra coisa é quando você  vê a maldade de algumas pessoas que cruzam o seu caminho, bem pertinho de você. Portanto, amados de Deus, é preciso nos acautelar do mundo, das pessoas, melhor dizendo. O ser humano pode fazer coisas de extrema bondade, como também ter atitudes absurdamente más, como por exemplo, tentar destruir o seu relacionamento conjugal. Isso pode acontecer? Lamentavelmente pode.

Uma atitude má e mentirosa foi a da mulher de Potifar. Ela tentou seduzir José várias vezes. Gn 39.7-20. Mas José  rejeitou repetidamente o convite para o mal, sabendo que seria pecado ter relações sexuais com uma pessoa casada. "Ele não é mais do que eu nesta casa e nenhuma cousa me vedou, senão a ti, porque és sua mulher: como, pois cometeria eu tamanha maldade e pecaria contra Deus?"  (Gn 39.9) Mas ela irada por não conseguir o que queria com José, o acusou de assédio  sexual e ele foi preso. Diante deste exemplo eu pergunto: Quantas mentiras às vezes não surgem para prejudicar o seu casamento? Quantas pessoas surgem no teu caminho levantando uma falsa acusação, uma mentira ou calúnia, a respeito do seu marido ou esposa com o propósito de jogar lenha na fogueira, de os separar, de os fazer brigar, de criar desconfiança? Principalmente, ex-namorado ou ex-namorada podem ser usados para este fim maléfico, por não aceitarem o fim do relacionamento, por vingança, etc.

Existem pessoas que tomadas por um sentimento de rejeição, como o da mulher de Potifar, inventam mentiras contra aqueles que os rejeitaram ou o resistiram. Por isso tenha CUIDADO, com aquilo que chega aos seus ouvidos. Não vá dando crédito a tudo que dizem para você. Reflita se o que foi dito foi edificante ou não para você. Reflita se lhe fez bem, se lhe trouxe paz. Depois vá ao seu cônjuge e converse com ele. Não dê brechas para discórdias em sua vida conjugal. Infelizmente, há pessoas que querem apenas ver o circo pegar fogo, querem ver a destruição do seu lar, a sua dor.  Se você ouviu coisa ruins a respeito do seu cônjuge, ore ao Senhor e repito, converse com ele com calma. Não deixe  sementes de maldade caírem no solo do seu matrimônio e brotarem. Lance-as fora já! Até que se prove o contrário, dê sempre crédito ao seu cônjuge e não ande dando ouvidos ao que outros dizem. Certifique-se primeiro, com calma, amor e temor a Deus!

Uma união forte, não deve ser abalada por mentiras de outrem. Não dê oportunidade a elas. Corte logo esse mal.

UM DIA ABENÇOADO A TODOS NA PRESENÇA DO CAMINHO, QUE É JESUS!

AD

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quinta-feira, 13 de junho de 2013

CUIDADO COM OS CONSELHOS...


Todos nós enfrentamos problemas na vida. No casamento, também. Problemas às vezes simples de contornar, outros mais complexos. Nem sempre precisamos expor os nossos problemas para as pessoas ou para uma pessoa em particular. Há coisa que o próprio casal tem que aprender a resolver sozinho, buscando a Deus em oração, conversando com o cônjuge, chegando a um denominador comum, sem envolver terceiros nas questões. No entanto, às vezes num momento de um problema de grandeza maior ou no meio do desespero ou quando parece que não sabemos mais o que fazer ou suportar as coisas sozinhos, resolvemos compartilhar com alguém na esperança de um consolo, de um bom conselho.

É nesta hora que devemos estar muito atentos para não sair falando de nossos problemas conjugais para qualquer pessoa sem que a mesma tenha passado certa confiança e credibilidade a nós. Há casos que ao invés da pessoa que pede conselho, ficar bem com seu cônjuge, acaba por complicar  ainda mais a situação. Nem sempre os conselhos são bons! Há conselhos e conselhos!  Outra questão é que nem sempre as pessoas que os dão estão comprometidas com Cristo para auxiliar os casais dentro da perspectiva bíblica, dentro do que seria o desejo do coração do Pai, sob oração e temor do Senhor.

Em casos, por exemplo de reconciliação, há de se estar certo que o conselheiro ou conselheira realmente queira que o casamento de quem ela aconselha seja restaurado e que esteja disposto a pagar o preço em oração.. Muitas vezes o conselheiro opta por métodos ou caminhos não muito aprazíveis ao coração do Pai.  Opta por soluções ou métodos, muitas vezes mais fáceis ou um tanto quanto duvidosos, incentivando um dos cônjuges a desistir da relação ou a procurar um novo/a parceiro/a, por exemplo.

É importante que aquele/a que aconselha seja uma pessoa que ACREDITA SOBRETUDO NO MATRIMÔNIO COMO INSTITUIÇÃO SAGRADA, NA FAMÍLIA E QUE TENHA PLENA CONVICÇÃO QUE O DESEJO DE DEUS É QUE HAJA RESTAURAÇÃO. É claro que restauração não depende do conselheiro/a. Os cônjuges envolvidos primeiramente têm que querer, tem que assim desejá-la. Mas se o conselheiro/a não estiver também apto a orientar os casais nesta perspectiva, ou seja, no sentido de incentivá-los  a se perdoarem,   a orarem, a jejuarem, enfim, a pagar o preço pela RECONCILIAÇÃO E RESTAURAÇÃO DO CASAMENTO, aí as coisas ficam difíceis ou terminam em grandes estragos. E mais, o conselheiro/a também tem que pagar o preço pelos cônjuges que aconselha, orando e buscando a Deus a respeito dos mesmos. Se não for debaixo da direção de DEUS, não dá. Tem que haver muito temor e busca quanto a isso.

A Bíblia afirma que na multidão de conselheiros há sabedoria. Portanto, talvez seja aconselhável, caso venha decidir levar o caso ao conhecimento de outrem, que ouça o conselho de mais de uma pessoa e pese tudo. Tudo mesmo!  Passe os conselhos pelo crivo da Palavra de Deus. Também analise a situação, veja se a pessoa que o aconselha é imparcial, se é sensata, serena, se está pautada no Evangelho. Não vá fazendo tudo que lhe mandam fazer. Cuidado! Você pode perder a chance de restaurar o seu casamento! Pode jogar de vez a toalha por causa de orientações errada. Lembre-se: conselheiros são humanos, portanto limitados e sendo assim NÃO SABEM TUDO nem ao seu respeito nem do seu cônjuge. Não os conhecem no âmago de suas almas, detalhes da história de vocês enquanto casal, enquanto indivíduos, pormenores, etc. Mas o DEUS ONISCIENTE SIM! Ele conhece vocês dois perfeitamente! Fique atento principalmente se disserem para você DESISTIR DO SEU CÔNJUGE e procurarem outro rumo ou outra pessoa! Meu conselho é que não desista, não se vença fácil. O caminho mais difícil é normalmente o que conduz a um fim proveitoso. Então ore, jejue, peça perdão ou perdoe conforme o caso. Não tente atalhar, não vá pelo caminho mais fácil. Pague o preço pelo seu lar, pelo seu casamento. Com certeza, lá na frente, quando você colher os louros da sua semeadura, dirá: VALEU À PENA NÃO DESISTIR! Portanto, ouça o conselho de Deus acima de qualquer conselho humano. Ai dos filhos rebeldes, diz o Senhor, que tomaram conselho, mas não de Mim, que se cobriram com uma cobertura, mas não do meu Espírito... Isaías 30:1

Existem bons e maus conselhos. Conselhos que vem do alto e outros não. Roboão, por exemplo,  deu ouvidos aos maus conselhos dos jovens com os quais crescera, ao invés de ouvir os anciãos que lhe deram bons conselhos. Conselhos de amor e misericórdia para com o povo de Israel. Assim que, se meu pai vos impôs jugo pesado, ainda eu aumentarei o vosso jugo... 1 Reis 12:11 a

Algumas mulheres também por conselho de Balaão, levaram os filhos de Israel a serem infiéis a Deus. Foram elas, que por conselho de Balaão, levaram os filhos de Israel a serem infiéis ao Senhor no caso de Peor, pelo que houve aquela praga entre a congregação do Senhor. Nm 31:16

Tenha fé e não perca as esperanças...vá ao seu quarto e ajoelhe.  Peça alguém  para interceder pela restauração do seu casamento. LUTE com todas as forças naquilo que depender de você. Se errou peça perdão. Se foi ofendido, perdoe. Dispa-se do orgulho e saiba que o seu lar é um bem maior acima de qualquer orgulho humano.


Que Deus, em seu infinito amor, junte os cacos daquilo que se quebrou, que erga das cinzas o amor que morreu, que cure as feridas, que derrame GRAÇA ABUNDANTE sobre o seu casamento que por ventura acabou e também sobre aqueles que permanecem firmes.

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quarta-feira, 12 de junho de 2013

Como saber se seu casamento está caminhando para o divórcio?

Manter um casamento exige cooperação de ambos os lados. Assim como outros tipos de relacionamento, se o seu casamento não receber o tempo necessário e atenção de ambas as partes, ele vai se deteriorar.

Casais tendem a entrar em casamentos com grandes expectativas, trazendo ambas as histórias de suas próprias necessidades, suas feridas e seus anseios. A expectativa é grande de que o seu parceiro vai finalmente te amar do jeito que você deseja ser amado é muitas vezes um sinal do fracasso.

Apatia e desprezo em um casamento são sinais de alerta que o seu casamento precisa de atenção a mais para caminhar em sentido contrário para o divórcio. Se você e seu parceiro evitar conflitos e não possuem as habilidades de resolução de conflitos, seu casamento pode estar em perigo.

Se a conversa já não flui bem, seu casamento corre riscos sérios

Se os membros da relação estão se aproximando  um do outro de uma conversa ou de um conflito com sarcasmo, acusações, críticas ou comentários depreciativos, é perigoso para um casamento. Iniciar uma conversa de forma áspera irá provavelmente resultar em um final amargo sem resolução. Este é um sinal claro que já não há mais respeito pelos sentimentos do outro e o fim está próximo.

Vocês já não pensam positivamente sobre o outro

Você e seu cônjuge sobrecarregam um ao outro com a negatividade que causa um desligamento emocional e desprendimento de seu relacionamento. Quando você ou seu parceiro de repente inunda mo outro com críticas ou desprezo, arrancando a casca na ferida do outro, é sinal de que o caos está por vir.

Vocês já não saem mais juntos

Se ele ou ela sempre está ocupado para um programa a dois ou nem convida mais, é um forte sinal de que seu casamento está perto ou já ruiu. Se evitar ao outro chegou ao ponto de não dormirem mais juntos, o melhor é evitar mais desgaste e pedir o divórcio.

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terça-feira, 11 de junho de 2013

Cada Qual Ame e Honre o seu Cônjuge

    "Não obstante, vós, cada um de per si, também ame a sua própria esposa com a si mesmo”. (v. 33)" Efésios 5.31-33
Nem de longe chegarmos a um amor tal como esse, pois, como se diz, é demasiado sublime e grandioso. E assim como o casamento terreno é pequeno, também o amor que existe nele é pequeno em comparação com o casamento celestial. Temos que satisfazer-nos em seguir esse exemplo e viver de acordo com o modelo desse casamento, de sorte que, no estado matrimonial, cad um se disponha a pôr em prática e demonstrar seu amor para com a sua noiva ou esposa. E se houver nela algum defeito ou falha, que ele não leve isso a mal, mas use de bom senso, dizendo: “Como devo proceder? Ela é minha noiva. A essa altura preciso, na medida do possível, encobrir, purificar, enfeitar e melhorar e, nesse pequeno casamento, demonstrar o pequeno amor, como Cristo demonstra seu grande e indizível amor por sua noiva, a igreja, de quem também sou membro”.

Além disso, no estado matrimonial compete também à mulher, não somente amar o marido, mas, também, ser obediente e submissa, imitando o exemplo da união Cristo-igreja e pensando assim: “Meu marido é imagem do verdadeiro Deus e grande cabeça Cristo, por amor de quem vou respeitá-lo e fazer o que lhe agrada”.

Semelhantemente, o marido, por sua vez, deve amar sua esposa de todo coração, por causa do grande amor que vê em Cristo, dizendo assim: “Nem eu nem ninguém jamais amou assim. Por isso, segundo o exemplo de Cristo, quero, na medida de minhas capacidades. Amar a minha esposa como a minha própria carne. Cuidando, alimentando e servindo-a, evitando ser rude e excêntrico para com ela. Ao contrário, se ela não for perfeita e cometer alguma falha, vou usar de bom senso e ter paciência”. Esse, então, deixaria de ser um matrimônio terreno e humano ou racional para ser um matrimônio cristão, divino, desconhecido dos pagãos. Porque esses não percebem a grande glória e honra do matrimônio, que se trata duma imagem da sublime união espiritual de Cristo. Por isso cabe a nós, cristãos, honrar e exaltar muito mais esse estado, pois sabemos e conhecemos o esplendor e a glória conferidos a este estado.

Martinho Lutero

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